FRAT (Flight Risk Assessment Tool) é uma ferramenta estruturada que quantifica os riscos de um voo antes da decolagem. O piloto avalia fatores humanos, da aeronave, ambientais e operacionais, atribuindo pontuação para tomar a decisão GO/NO-GO baseada em dados, não em intuição.
Neste artigo
- O que é FRAT e por que usar?
- Qual a base regulatória do FRAT no Brasil?
- Como funciona o modelo PAVE?
- O que é o checklist IMSAFE?
- Como pontuar riscos no FRAT?
- Qual a matriz de decisão GO/NO-GO?
- Exemplo prático de FRAT preenchido
- Como instrutores usam o FRAT com alunos?
- Perguntas frequentes
O que é FRAT e por que usar?
FRAT é a sigla de Flight Risk Assessment Tool, uma ferramenta de avaliação de risco pré-voo que transforma julgamento subjetivo em análise estruturada. O piloto responde a perguntas sobre quatro categorias de risco e obtém uma pontuação que indica se o voo deve prosseguir, ser modificado ou cancelado.
Definição: FRAT é um formulário padronizado de avaliação de risco que o piloto preenche antes de cada voo. Ele cobre fatores humanos (piloto), mecânicos (aeronave), meteorológicos (ambiente) e operacionais (pressões externas) para produzir uma decisão GO/NO-GO baseada em evidências.
A aviação brasileira registra acidentes recorrentes causados por decisões de decolagem sob pressão. O CENIPA identifica fatores humanos como causa primária em mais de 70% dos acidentes da aviação geral. O FRAT combate exatamente esse problema ao forçar o piloto a avaliar cada fator objetivamente antes de ligar os motores.
O FRAT não substitui o julgamento do piloto. Ele complementa a experiência com um processo estruturado que reduz vieses cognitivos como "get-there-itis" (pressão para chegar ao destino), normalização do desvio e excesso de confiança.
Quando preencher o FRAT
O FRAT deve ser preenchido durante o briefing pré-voo, antes de iniciar qualquer procedimento de partida. O preenchimento leva de 3 a 5 minutos e pode evitar decisões que custam vidas. Cada voo exige um FRAT novo, pois as condições mudam.
Qual a base regulatória do FRAT no Brasil?
No Brasil, o FRAT é parte do Sistema de Gerenciamento da Segurança Operacional (SGSO), equivalente ao SMS (Safety Management System) internacional. O RBAC 135 exige que operadores de táxi aéreo implementem programas de gerenciamento de risco, e o FRAT é a ferramenta mais comum para esse fim.
Para aviação geral (RBAC 91), o FRAT não é formalmente obrigatório, mas a ANAC e o CENIPA recomendam fortemente seu uso. Escolas de aviação (RBAC 141) incorporam o FRAT no currículo de instrução como prática de segurança.
Regulamentações aplicáveis
| Regulamento | Requisito | Aplicação |
|---|---|---|
| RBAC 135 | SGSO obrigatório | Táxi aéreo, charter |
| RBAC 121 | SGSO obrigatório | Linhas aéreas |
| RBAC 141 | Treinamento de CRM | Escolas de aviação |
| RBAC 91 | Recomendado | Aviação geral |
| NSCA 3-13 | Gestão de risco | Todos os operadores |
A Norma do Sistema do Comando da Aeronáutica (NSCA 3-13) estabelece os princípios de gerenciamento de risco operacional que fundamentam o uso do FRAT em todas as operações aéreas brasileiras.
Como funciona o modelo PAVE?
O modelo PAVE organiza a avaliação de risco em quatro pilares. Cada letra representa uma categoria de fatores que podem afetar a segurança do voo. Avaliar as quatro categorias garante que nenhum aspecto crítico seja ignorado.
Definição: PAVE é o acrônimo para Pilot (Piloto), Aircraft (Aeronave), enVironment (Ambiente) e External pressures (Pressões externas). Cada pilar contém fatores específicos que o piloto deve avaliar antes do voo.
P — Piloto (Pilot)
Os fatores do piloto avaliam a condição física, mental e de proficiência do comandante e tripulação. Esta é a categoria mais crítica porque falhas humanas são a principal causa de acidentes.
Fatores avaliados:
- Experiência recente — Horas nos últimos 90 dias, pousos recentes
- Experiência no tipo — Familiaridade com a aeronave específica
- Condição física — Sono, alimentação, saúde geral (ver IMSAFE)
- Proficiência — Cheque de proficiência válido, treinamentos recentes
- Familiaridade com a rota — Já voou a rota antes, conhece os procedimentos
Um piloto com 500 horas totais mas apenas 10 horas no tipo representa risco diferente de um piloto com 200 horas totais e 150 no tipo. A experiência recente e específica é mais relevante que o total de horas.
A — Aeronave (Aircraft)
Os fatores da aeronave avaliam as condições mecânicas, de performance e de equipamento da aeronave para o voo planejado.
Fatores avaliados:
- Manutenção em dia — Cheques periódicos, MEL/CDL
- Performance adequada — Pista suficiente, peso dentro dos limites
- Combustível — Autonomia suficiente com reservas regulatórias
- Equipamentos — IFR equipado se necessário, GPS atualizado
- Familiaridade — Piloto conhece os sistemas da aeronave
V — Ambiente (enVironment)
Os fatores ambientais cobrem meteorologia, terreno, espaço aéreo e condições do aeródromo.
Fatores avaliados:
- METAR/TAF — Condições atuais e previsão no destino
- Vento — Componente de través, rajadas, windshear
- Teto e visibilidade — VMC ou IMC, mínimos disponíveis
- Terreno — Obstáculos, áreas montanhosas em rota
- Espaço aéreo — Restrições, TMA, áreas proibidas
- Condições da pista — Comprimento, superfície, iluminação
E — Pressões externas (External pressures)
As pressões externas são os fatores mais traiçoeiros porque o piloto pode não percebê-los conscientemente. Eles criam vieses que comprometem o julgamento.
Fatores avaliados:
- Compromissos no destino — Reuniões, eventos, prazos
- Passageiros aguardando — Pressão social para decolar
- Custo da decisão — Prejuízo financeiro de cancelar
- Pressão do empregador — Em operações comerciais
- Clima pessoal — Problemas pessoais, estresse emocional
A pressão "get-there-itis" é o fator mais perigoso. Estudos do CENIPA mostram que pilotos sob pressão para chegar ao destino têm 3x mais probabilidade de aceitar condições marginais.
O que é o checklist IMSAFE?
IMSAFE é um checklist de autoavaliação que o piloto aplica a si mesmo antes de cada voo. Ele complementa o pilar "P" (Piloto) do modelo PAVE com uma avaliação específica da condição humana.
Definição: IMSAFE é o acrônimo para Illness (Doença), Medication (Medicação), Stress (Estresse), Alcohol (Álcool), Fatigue (Fadiga) e Emotion (Emoção). Cada item verifica se o piloto está apto para voar naquele momento.
Os seis itens do IMSAFE
| Item | Pergunta | Risco se positivo |
|---|---|---|
| I — Illness (Doença) | Estou com algum sintoma de doença? | Capacidade cognitiva reduzida, tontura |
| M — Medication (Medicação) | Tomei algum medicamento nas últimas 24h? | Efeitos colaterais, sonolência |
| S — Stress (Estresse) | Estou sob estresse significativo? | Atenção dividida, erros de julgamento |
| A — Alcohol (Álcool) | Consumi álcool nas últimas 8-24h? | Coordenação e julgamento prejudicados |
| F — Fatigue (Fadiga) | Dormi menos de 7h ou estou cansado? | Tempo de reação aumentado, microssonos |
| E — Emotion (Emoção) | Estou emocionalmente perturbado? | Distrações, decisões impulsivas |
Regras de corte para IMSAFE
Qualquer resposta positiva no IMSAFE exige ação. Algumas são NO-GO absoluto:
- Álcool — Mínimo 8 horas "bottle to throttle" (RBAC 91.17), e sem efeitos residuais
- Medicação — Qualquer medicamento psicoativo é NO-GO sem liberação do CEMAL
- Doença — Sintomas que afetem cognição ou equilíbrio são NO-GO
- Fadiga — Menos de 6 horas de sono é alto risco; menos de 4 horas é NO-GO
O IMSAFE deve ser preenchido honestamente. O piloto é o único que sabe se dormiu bem, se tomou remédio, se está emocionalmente abalado. Autoavaliação desonesta anula todo o propósito da ferramenta.
Como pontuar riscos no FRAT?
A pontuação do FRAT transforma avaliações qualitativas em números que determinam o nível de risco total. Cada fator recebe uma pontuação de 1 a 5, onde 1 é risco mínimo e 5 é risco máximo.
Escala de pontuação por fator
| Pontuação | Nível de risco | Significado |
|---|---|---|
| 1 | Mínimo | Condições ideais, sem restrições |
| 2 | Baixo | Condições normais, pequenos fatores |
| 3 | Moderado | Atenção requerida, mitigações necessárias |
| 4 | Alto | Condições marginais, cancelamento considerado |
| 5 | Crítico | NO-GO, risco inaceitável |
Categorias e pesos
Nem todos os fatores têm o mesmo peso. A ponderação típica usada em FRATs brasileiros é:
- Piloto (IMSAFE) — Peso 3 (fator humano é o mais crítico)
- Aeronave — Peso 2 (condição mecânica é GO/NO-GO direto)
- Ambiente — Peso 2 (meteorologia pode ser mitigada com alternativas)
- Pressões externas — Peso 1 (reconhecer a pressão já reduz o risco)
A pontuação total ponderada determina a faixa de decisão.
Cálculo da pontuação total
Pontuação total = (P x 3) + (A x 2) + (V x 2) + (E x 1)
Com pontuações máximas de 5 em cada categoria:
- Mínimo possível: (1x3) + (1x2) + (1x2) + (1x1) = 8
- Máximo possível: (5x3) + (5x2) + (5x2) + (5x1) = 40
Qual a matriz de decisão GO/NO-GO?
A matriz de decisão traduz a pontuação total do FRAT em uma ação clara. Existem três faixas de decisão que eliminam a ambiguidade.
Faixas de decisão
| Pontuação | Faixa | Ação | Cor |
|---|---|---|---|
| 8-16 | Risco baixo | GO — Prosseguir normalmente | Verde |
| 17-24 | Risco moderado | GO com mitigações — Documentar mitigações | Amarelo |
| 25-32 | Risco alto | CAUTION — Reconsiderar, mitigar ou cancelar | Laranja |
| 33-40 | Risco crítico | NO-GO — Cancelar ou adiar o voo | Vermelho |
Regras absolutas (override)
Independente da pontuação total, existem situações de NO-GO automático:
- IMSAFE positivo para álcool ou medicação — NO-GO
- Aeronave com defeito em item essencial — NO-GO
- METAR/TAF abaixo dos mínimos do piloto — NO-GO
- Pista insuficiente para performance — NO-GO
- Combustível insuficiente — NO-GO
Esses overrides existem porque certos riscos são binários. Não importa se todo o resto está perfeito; um único fator crítico pode tornar o voo inseguro.
Mitigações na faixa amarela
Quando a pontuação cai na faixa amarela (17-24), o piloto deve documentar mitigações específicas:
- Reduzir carga para melhorar performance
- Selecionar rota alternativa evitando terreno
- Adiar para condições meteorológicas melhores
- Adicionar combustível extra
- Levar piloto de segurança (safety pilot)
Exemplo prático de FRAT preenchido
Cenário: Voo VFR cross-country SBJR → SDIM (Itaperuna)
Contexto: Piloto privado, 180 horas totais, 40 no tipo (C172). Sábado pela manhã. METAR indica SCT035 BKN080, visibilidade 8.000m, vento 090/12KT. Esposa e filho como passageiros. Distância 190 NM.
Avaliação PAVE
P — Piloto:
- Experiência total: 180h (adequada para VFR cross-country)
- Horas no tipo C172: 40h (boa familiaridade)
- Último voo: 5 dias atrás (recente)
- IMSAFE: Dormiu 7h, sem medicação, sem álcool, sem estresse excessivo
- Rota: Primeira vez nesta rota
- Pontuação: 2 (primeira vez na rota reduz para moderado-baixo)
A — Aeronave:
- C172 com manutenção em dia, próxima inspeção em 30h
- GPS atualizado, VOR operativo
- Combustível: tanques cheios (212L), autonomia 6h37min
- Sem MEL, todos instrumentos operativos
- Pontuação: 1 (condições ideais)
V — Ambiente:
- METAR: SCT035 BKN080, visibilidade 8 km, vento 090/12KT
- TAF: BECMG 1518/1521 BKN040 (piora prevista à tarde)
- Rota sobre terreno plano até Serra do Mar
- Trecho sobre montanhas (2.800 ft MSL) com nuvens a 3.500 ft AGL
- Pontuação: 3 (piora prevista + trecho montanhoso)
E — Pressões externas:
- Família esperando almoço no destino
- Reserva de hotel não reembolsável
- Voo de lazer (sem compromisso crítico)
- Pontuação: 2 (pressão social moderada)
Cálculo
| Categoria | Pontuação | Peso | Subtotal |
|---|---|---|---|
| Piloto (P) | 2 | x3 | 6 |
| Aeronave (A) | 1 | x2 | 2 |
| Ambiente (V) | 3 | x2 | 6 |
| Externas (E) | 2 | x1 | 2 |
| Total | 16 |
Decisão: GO (pontuação 16 — limite superior do verde)
Mitigações recomendadas mesmo na faixa verde:
- Decolar cedo (antes das 09:00 local) para evitar piora da tarde
- Definir alternativa antes da Serra do Mar (SDRS Resende)
- Se teto cair abaixo de 2.000 ft AGL sobre a serra, retornar
- Informar família que cancelamento é possível
Este exemplo mostra que mesmo um voo GO pode ter mitigações. O FRAT não é apenas GO/NO-GO; ele identifica riscos específicos e as ações para reduzi-los.
Como instrutores usam o FRAT com alunos?
Instrutores de voo usam o FRAT como ferramenta pedagógica para desenvolver o julgamento aeronáutico (ADM — Aeronautical Decision Making) dos alunos. O objetivo é criar o hábito de avaliação estruturada que o aluno levará para toda a carreira.
Estratégias de instrução com FRAT
Pré-voo obrigatório — Exigir FRAT preenchido antes de cada voo de instrução. O aluno aprende que o FRAT é tão importante quanto o check pré-voo da aeronave.
Cenários simulados — Apresentar cenários com condições marginais e pedir que o aluno preencha o FRAT. Discutir as pontuações e decisões.
Comparação com decisão real — Após o voo, comparar a avaliação FRAT com as condições reais encontradas. O aluno calibra sua percepção de risco.
Cenários de pressão — Simular situações de pressão (passageiro importante, compromisso no destino) e avaliar como o aluno incorpora esses fatores no FRAT.
Revisão de acidentes — Analisar relatórios do CENIPA aplicando o FRAT retroativamente. O aluno identifica quais fatores teriam gerado NO-GO.
Erros comuns de alunos no FRAT
| Erro | Consequência | Correção |
|---|---|---|
| Subnotificar fadiga | Risco subestimado | IMSAFE honesto é obrigatório |
| Ignorar pressão de horário | "Get-there-itis" | Reconhecer pressão já reduz o risco |
| Superestimar experiência | Confiança excessiva | Usar horas recentes, não totais |
| Avaliar meteorologia pelo METAR atual | Não considerar tendência | Sempre incluir TAF na avaliação |
| Não documentar mitigações | Faixa amarela sem ação | Mitigação escrita = compromisso |
O FRAT para alunos pode ter pesos ajustados, com maior peso no pilar "P" (Piloto) para refletir a menor experiência. Um aluno com 30 horas enfrentando vento de través de 12 nós tem risco diferente de um piloto com 3.000 horas.
FRAT progressivo na instrução
Conforme o aluno evolui, o FRAT se torna mais sofisticado:
- Pré-solo — FRAT simplificado (3 categorias, sem pressões externas)
- Pós-solo — FRAT completo com 4 categorias
- Navegação — FRAT com ênfase em ambiente e alternativas
- Cheque prático — FRAT como parte do briefing avaliado pelo examinador
Perguntas frequentes
O que é FRAT na aviação?
FRAT (Flight Risk Assessment Tool) é uma ferramenta de avaliação de risco pré-voo que quantifica fatores humanos, mecânicos, ambientais e operacionais em uma pontuação. Essa pontuação determina se o voo deve prosseguir (GO), ser modificado ou cancelado (NO-GO).
O FRAT é obrigatório no Brasil?
O FRAT é obrigatório para operadores sob RBAC 135 (táxi aéreo) e RBAC 121 (linhas aéreas) como parte do SGSO. Para aviação geral sob RBAC 91, o FRAT é fortemente recomendado pela ANAC e pelo CENIPA, mas não é formalmente exigido.
O que significa PAVE na avaliação de risco?
PAVE é o modelo de avaliação de risco com quatro pilares: Pilot (condição do piloto), Aircraft (condição da aeronave), enVironment (condições meteorológicas e de terreno) e External pressures (pressões sociais e operacionais). Cada pilar é avaliado separadamente.
Quais são os itens do checklist IMSAFE?
IMSAFE avalia seis condições do piloto: Illness (doença), Medication (medicação), Stress (estresse), Alcohol (álcool), Fatigue (fadiga) e Emotion (emoção). Qualquer item positivo exige ação, e álcool ou medicação psicoativa são NO-GO automáticos conforme RBAC 91.17.
Como pontuar o risco no FRAT?
Cada fator recebe pontuação de 1 (mínimo) a 5 (crítico). As pontuações são multiplicadas pelos pesos de cada categoria (Piloto x3, Aeronave x2, Ambiente x2, Externas x1) e somadas. O total determina a faixa: verde (GO), amarelo (GO com mitigações), laranja (cautela) ou vermelho (NO-GO).
Quando a decisão deve ser NO-GO?
A decisão NO-GO ocorre quando a pontuação total atinge a faixa vermelha (33-40) ou quando qualquer fator individual atinge nível 5 (crítico). Situações de override automático incluem álcool nas últimas 8 horas, aeronave com defeito essencial, e condições abaixo dos mínimos do piloto.
Alunos devem preencher FRAT?
Alunos devem preencher FRAT antes de cada voo de instrução. O FRAT desenvolve julgamento aeronáutico (ADM) e cria o hábito de avaliação estruturada. Instrutores usam o FRAT como ferramenta pedagógica para discutir gestão de risco e decisão GO/NO-GO com o aluno.
Qual a diferença entre FRAT e matriz de risco?
O FRAT é uma ferramenta específica para aviação que avalia riscos de um voo individual. A matriz de risco é um conceito mais amplo de gerenciamento de riscos organizacionais usado no SGSO/SMS. O FRAT é operacional (pré-voo), enquanto a matriz de risco é estratégica (planejamento de segurança).
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Fontes: RBAC 91.17 (Álcool e drogas), RBAC 135 Subparte J (SGSO), NSCA 3-13 (Gerenciamento de Risco na Aviação — DECEA), CENIPA (Relatórios de investigação — fatores humanos), ICAO Doc 9859 (Safety Management Manual), FAA Advisory Circular AC 120-92B (SMS).
